Ataque dos EUA e prisão de Maduro: como Venezuela pode reagir?
A Venezuela está em uma situação delicada após o ataque dos EUA e a prisão de Nicolás Maduro. As Forças Armadas da Venezuela são bem armadas, com armas avançadas adquiridas durante a ditadura do ex-presidente Hugo Chávez. No entanto, o sistema de defesa aérea S-300VM de fabricação russa está apenas parcialmente operacional e não foi projetado para ser usado contra os Estados Unidos.
De acordo com o Global Firepower, a Venezuela possui 109.000 militares da ativa, mas um ex-oficial militar venezuelano afirma que esse número provavelmente é menor. Além disso, em 2018, a Venezuela tinha menos de cinco caças Sukhoi russos em operação. Isso sugere que Maduro não possui capacidade militar nem apoio popular para travar uma guerra contra os EUA.
Figuras da oposição venezuelana, analistas políticos e um ex-funcionário do regime acreditam que a ditadura de Maduro está cada vez mais preocupada com as operações militares dos EUA, mas acredita que pode superar as tensões e se manter no poder. No entanto, um ex-oficial militar venezuelano afirma que “não estou dizendo que não haverá resistência, mas não será um ataque contra as forças americanas”.
Possíveis reações da Venezuela
- Resistência limitada: a Venezuela pode oferecer resistência limitada contra as forças americanas, mas não uma guerra aberta.
- Negociações diplomáticas: a Venezuela pode tentar negociar com os EUA para encontrar uma solução diplomática para a crise.
- Apoio internacional: a Venezuela pode buscar apoio internacional para pressionar os EUA a cessar as operações militares.
Em resumo, a Venezuela está em uma situação difícil após o ataque dos EUA e a prisão de Maduro. A capacidade militar do país é limitada, e a ditadura de Maduro está cada vez mais isolada. No entanto, a Venezuela pode ainda oferecer resistência limitada e buscar apoio internacional para superar a crise.
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