As Autoridades Brasileiras Sancionadas pelos EUA
Recentemente, o governo dos Estados Unidos impôs sanções a várias autoridades brasileiras, incluindo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e sua esposa, Viviane Barci de Moraes. Essas sanções foram aplicadas de acordo com a Lei Magnitsky, uma legislação americana que permite impor sanções econômicas a indivíduos acusados de corrupção ou graves violações de direitos humanos.
Além de Moraes e sua esposa, outras autoridades brasileiras e seus familiares também foram sancionados pelo governo dos EUA. De acordo com uma lista compilada pela Reuters e Estadão, pelo menos 18 autoridades brasileiras foram afetadas diretamente por medidas dos EUA, além de 3 familiares.
Entre os que foram nominalmente sancionados, há uma criança de dez anos e duas esposas de autoridades brasileiras. Alguns exemplos incluem:
- Alexandre de Moraes, ministro do STF: Lei Magnitsky
- Viviane Barci de Moraes, advogada e esposa de Moraes: Lei Magnitsky
- Luís Roberto Barroso, ministro do STF: visto cancelado
- Flávio Dino, ministro do STF: visto cancelado
- Gilmar Mendes, ministro do STF: visto cancelado
Essas sanções foram impostas em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e sua eventual condenação a mais de 27 anos de prisão. O governo brasileiro reagiu “com profunda indignação” à nomeação de Viviane pelo Tesouro americano.
O ministro Alexandre de Moraes recebeu apoio de colegas da Corte e do próprio Tribunal. A situação é complexa e envolve questões de direitos humanos e corrupção, com implicações significativas para as relações entre os EUA e o Brasil.
É importante notar que as sanções impostas pelos EUA podem ter consequências econômicas e políticas significativas para as autoridades brasileiras afetadas. Além disso, a situação pode ter implicações mais amplas para as relações entre os dois países e para a comunidade internacional.
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