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Andrew Giuliani defende postura da Casa Branca em relação ao Irã na Copa do Mundo

Andrew Giuliani Defende Postura da Casa Branca em Relação ao Irã na Copa do Mundo

A Casa Branca defendeu sua abordagem em relação às restrições de visto impostas ao Irã durante a Copa do Mundo. Andrew Giuliani, diretor-executivo da Força-Tarefa da Casa Branca para a Copa do Mundo, afirmou que a decisão da seleção iraniana de se estabelecer em Tijuana, no México, em vez de Tucson, foi benéfica para todas as partes envolvidas.

Giuliani destacou que a logística transfronteiriça funcionou sem problemas, apesar das reclamações do Irã durante a fase de grupos e após a eliminação da seleção do torneio. A Federação Iraniana de Futebol havia transferido a base da seleção do Arizona para o México devido à incerteza sobre a obtenção de vistos para entrar nos EUA.

Decisão Mutuamente Benéfica

Giuliani enfatizou que a escolha do Irã em se estabelecer em Tijuana foi mutuamente benéfica. “É importante ressaltar que os iranianos optaram por ir para Tijuana. Ficamos satisfeitos com essa escolha”, disse ele. “Acho que os mexicanos ficaram muito satisfeitos com essa escolha. Acho que os iranianos, como eles mesmos disseram, também ficaram muito satisfeitos com essa escolha.”

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, havia afirmado que seu governo concordou em permitir que a seleção iraniana permanecesse no México durante a Copa do Mundo, acrescentando que os EUA não queriam receber a equipe.

Restrições de Visto e Logística

Os EUA concederam vistos a todos os jogadores do Irã apenas 10 dias antes de sua primeira partida, mas a entrada de vários membros da delegação foi negada. Giuliani defendeu os arranjos de viagem, destacando a paridade logística. “Em Los Angeles, eles puderam chegar um dia antes da partida. Para fins de comparação, a seleção dos EUA estava em Orange County. Eles fizeram uma viagem de ônibus, uma viagem mais longa do que o voo dos iranianos”, disse ele.

As restrições foram posteriormente flexibilizadas para a terceira partida do Irã, em Seattle, quando a equipe foi autorizada a entrar no país dois dias antes do jogo.

  • A logística transfronteiriça funcionou sem problemas para todas as partes envolvidas.
  • A escolha do Irã em se estabelecer em Tijuana foi mutuamente benéfica.
  • Os EUA concederam vistos a todos os jogadores do Irã, mas a entrada de vários membros da delegação foi negada.

Em resumo, a Casa Branca defendeu sua abordagem em relação às restrições de visto impostas ao Irã durante a Copa do Mundo, destacando a logística transfronteiriça e a paridade logística.

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