Progresso de Trégua em Gaza é Lento e Violência entre Israel e Hamas Persiste
O processo de trégua em Gaza está enfrentando desafios significativos, com a violência entre Israel e o Hamas continuando a ser uma preocupação constante. Apesar do acordo de cessar-fogo assinado em 9 de outubro, que pôs fim a dois anos de guerra devastadora, as disputas mais complexas foram deixadas para conversas futuras, congelando o conflito sem resolvê-lo.
Desde então, os dois lados se acusaram mutuamente de violações mortais dos compromissos existentes no acordo e de recuar sobre etapas posteriores exigidas pelo plano de paz de 20 pontos do presidente dos EUA, Donald Trump, para Gaza. O Ministério da Saúde de Gaza relatou que pelo menos 342 palestinos foram mortos por fogo israelense desde o início da trégua, enquanto Israel afirma que três de seus soldados foram mortos por tiros de militantes no mesmo período.
Na semana passada, o Conselho de Segurança das Nações Unidas deu apoio formal ao plano de Trump, que exige um governo palestino tecnocrático interino em Gaza, supervisionado por um “conselho de paz” internacional e apoiado por uma força de segurança internacional. O plano de Trump também exige a reforma da Autoridade Palestina (AP), sediada na Cisjordânia ocupada por Israel.
Algumas das principais questões em discussão incluem:
- A criação de um governo palestino tecnocrático interino em Gaza;
- A supervisão por um “conselho de paz” internacional;
- A presença de uma força de segurança internacional;
- A reforma da Autoridade Palestina (AP).
Enquanto isso, uma delegação do Hamas no Cairo, liderada por seu chefe exilado Khalil al-Hayya, manteve conversações com autoridades egípcias sobre a exploração da próxima fase do cessar-fogo. O ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, que ajudou os EUA a desenvolver o plano, reuniu-se com o vice-líder da AP, Hussein al-Sheikh, na Cisjordânia para discutir os desenvolvimentos após a resolução do Conselho de Segurança e os requisitos para a autodeterminação palestina.
É fundamental que as partes envolvidas trabalhem juntas para encontrar uma solução pacífica e duradoura para o conflito em Gaza, considerando as necessidades e preocupações de todos os envolvidos.
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