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Poupança Registra Retirada Líquida de R$ 15 Bilhões em Setembro
O saldo da aplicação na caderneta de poupança apresentou uma queda em setembro, com mais saques do que depósitos. De acordo com relatório divulgado pelo Banco Central (BC), as saídas superaram as entradas em R$ 15 bilhões.
No mês passado, foram aplicados R$ 356,6 bilhões, enquanto os saques totalizaram R$ 371,6 bilhões. Além disso, os rendimentos creditados nas contas de poupança somaram R$ 6,4 bilhões, mantendo o saldo da poupança em pouco mais de R$ 1 trilhão.
Essa é a terceira vez consecutiva que a poupança registra um resultado negativo. Nos quatro primeiros meses do ano, também houve mais retiradas do que depósitos, seguidos de maio e junho com entradas líquidas. No acumulado de 2025, a caderneta tem um resgate líquido de R$ 78,5 bilhões.
Algumas das razões para esses saques incluem a manutenção da Selic, a taxa básica de juros, em alta, o que estimula a aplicação em investimentos com melhor desempenho. Em julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC interrompeu o ciclo de aumento de juros e, desde então, vem mantendo a taxa em 15% ao ano.
O objetivo da autoridade monetária é garantir que a meta da inflação, de 3%, seja alcançada. Até agosto, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 5,13% em 12 meses.
As principais razões para a retirada líquida na poupança podem ser resumidas da seguinte forma:
- Manutenção da Selic em alta, estimulando a aplicação em investimentos com melhor desempenho.
- Objetivo da autoridade monetária de garantir a meta da inflação.
- Impacto dos juros mais altos no crédito e na poupança.
Em resumo, a poupança registrou uma retirada líquida de R$ 15 bilhões em setembro, marcando o terceiro mês seguido de resultado negativo. Isso reflete a tendência de investidores em buscar opções de investimento com melhor desempenho, considerando a manutenção da Selic em alta.
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