Desempenho da Indústria Brasileira
O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, destacou que a indústria brasileira apresentou um desempenho contraditório nos últimos anos. De 2015 a 2022, o setor encolheu 1,6%, com o fechamento de várias fábricas de grandes empresas, como a Ford, a Mercedes, a Vibra, a Sony, a Troller e a Audi.
No entanto, com a chegada do governo Lula, a indústria brasileira começou a apresentar sinais de recuperação. De 2023 a 2025, o setor cresceu 3,2%, indicando uma melhora significativa em relação ao período anterior.
Melhora do Custo Brasil
Alckmin também destacou a melhora do Custo Brasil, que foi alcançada através da simplificação e redução da burocracia na indústria. Essa medida contribuiu para tornar o ambiente de negócios mais favorável e competitivo.
Além disso, o vice-presidente mencionou a melhora de indicadores econômicos, como o nível baixo da taxa de desemprego, que está em 5,4% no trimestre móvel encerrado em junho. Ele também destacou o resultado abaixo do esperado do IPCA-15 de julho, que registrou alta mensal de 0,06%.
Reforma Tributária
Alckmin também destacou a importância da reforma tributária implementada pelo governo Lula, que simplifica e traz eficiência econômica. Ele afirmou que adversários políticos tinham o intuito de criar mais um imposto, a CPMF, o que encareceria o empréstimo e o crédito.
Em resumo, o desempenho da indústria brasileira apresentou uma melhora significativa com a chegada do governo Lula, com um crescimento de 3,2% de 2023 a 2025. Além disso, a melhora do Custo Brasil e a reforma tributária contribuíram para tornar o ambiente de negócios mais favorável e competitivo.
Os principais pontos destacados por Alckmin incluem:
- Crescimento da indústria brasileira de 3,2% de 2023 a 2025;
- Melhora do Custo Brasil através da simplificação e redução da burocracia;
- Reforma tributária que simplifica e traz eficiência econômica;
- Nível baixo da taxa de desemprego, em 5,4% no trimestre móvel encerrado em junho;
- Resultado abaixo do esperado do IPCA-15 de julho, com alta mensal de 0,06%.
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