Rejeição de Flávio Bolsonaro Permanece Alta
A pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência da República continua enfrentando um grande desafio: a rejeição. De acordo com a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada em julho, 53% dos eleitores afirmaram que não votariam nele, mantendo o mesmo patamar do mês anterior.
Esses dados mostram que a rejeição a Flávio Bolsonaro permanece alta, apesar de haver um ligeiro recuo na percepção negativa sobre o senador quando os eleitores são questionados sobre qual resultado eleitoral lhes causa mais preocupação. No mês anterior, 48,4% dos entrevistados consideravam a eleição de Flávio Bolsonaro como o cenário mais preocupante, enquanto agora esse percentual caiu para 46,6%.
Comparação com Lula
Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 49,4% de rejeição, mantendo um patamar semelhante ao do mês anterior, quando sua rejeição caiu de 50,6% para 48,6%. Além disso, o receio de que Lula alcance um quarto mandato cresceu, passando de 42,4% para 44,6%.
Esses números são importantes, pois a pesquisa ocorre após a disputa sobre tarifas dos EUA, que impôs novas tarifas de 25% em julho. A AtlasIntel incluiu perguntas específicas sobre como a disputa comercial entre Brasil e EUA repercutiu na corrida presidencial de 2026.
Método da Pesquisa
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.021 eleitores entre os dias 22 e 27 de julho, com uma margem de erro estimada em 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral pelo número BR-08602/2026.
Os resultados da pesquisa mostram que a rejeição a Flávio Bolsonaro permanece alta, mas também há um ligeiro recuo na percepção negativa sobre o senador. Além disso, a disputa sobre tarifas dos EUA parece ter tido um impacto na corrida presidencial de 2026.
- 53% dos eleitores rejeitam Flávio Bolsonaro.
- 49,4% dos eleitores rejeitam Lula.
- 46,6% dos eleitores consideram a eleição de Flávio Bolsonaro como o cenário mais preocupante.
- 44,6% dos eleitores temem a continuidade de Lula na Presidência.
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