Kate Cassidy explica por que decidiu apagar tatuagem feita em homenagem a Liam Payne
A influenciadora Kate Cassidy surpreendeu seus seguidores ao revelar que está removendo uma das tatuagens feitas em homenagem ao namorado, Liam Payne. No entanto, ela explicou que a decisão não significa que pretende apagar a lembrança do cantor, mas apenas corrigir alguns desenhos que considera mal executados.
Em uma publicação no Instagram, Kate compartilhou uma imagem do estúdio Skin Club Miami, onde iniciou o procedimento de remoção a laser. Em seguida, ela mostrou um vídeo do tratamento sendo realizado em uma tatuagem com o número “444”, localizada em sua mão, que foi feita após a morte de Liam Payne como uma homenagem ao artista.
Diante da repercussão, Kate fez questão de tranquilizar os fãs e explicou o motivo da decisão. “Decidi remover algumas tatuagens que foram mal feitas e que serão refeitas eventualmente”, disse ela. A remoção de tatuagens costuma ser um procedimento demorado e pode exigir diversas sessões, dependendo do tamanho e da pigmentação do desenho.
Tatuagens em homenagem a Liam Payne
Kate Cassidy tem diversas outras tatuagens dedicadas ao ex-integrante do One Direction, incluindo um par de asas de anjo, o número quatro tatuado no dedo anelar da mão esquerda, as iniciais “LP” no pulso e uma rosa murcha desenhada no polegar. A tatuagem com a sequência “444” foi feita há quase dois anos e é considerada o “número do anjo” do casal, frequentemente associado aos significados de amor, proteção e apoio.
Outras celebridades também têm investido em procedimentos semelhantes, como o humorista Pete Davidson, que já revelou ter desembolsado cerca de US$ 200 mil para remover a maior parte de suas tatuagens.
- Kate Cassidy tem diversas tatuagens dedicadas a Liam Payne.
- A remoção de tatuagens costuma ser um procedimento demorado.
- Outras celebridades também têm investido em procedimentos semelhantes.
Com a remoção da tatuagem, Kate Cassidy está seguindo em frente e encontrando maneiras de lidar com a perda de Liam Payne. Ela afirmou que precisou de dois meses “lidando com a dor e o sofrimento” para começar a “viver minha vida” e “aceitar” a tragédia.
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