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Tarifaço: Alckmin diz que reciprocidade não é retaliação e descarta ‘olho por olho’

Resumo do Tarifaço: Posição do Vice-Presidente Geraldo Alckmin

O vice-presidente Geraldo Alckmin se posicionou sobre a aplicação da tarifa de 25% pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, afirmando que a Lei da Reciprocidade Econômica não visa retaliação, mas sim corrigir injustiças. Ele descartou a ideia de “olho por olho”, comparando-a a uma situação em que ambos os lados poderiam sair prejudicados.

Alckmin explicou que a reciprocidade é um processo com etapas, destinado a corrigir desequilíbrios comerciais. Ele mencionou que os setores nacionais afetados pelo tarifaço pediram a postergação do cumprimento das obrigações na exportação, conhecida como drawback, para poderem recolocar produtos no mercado exterior.

Principais Pontos Abordados

  • A Lei da Reciprocidade Econômica não é uma retaliação, mas sim uma medida para corrigir injustiças comerciais.
  • O vice-presidente descartou a ideia de “olho por olho”, considerando-a prejudicial a ambos os lados.
  • Os setores nacionais pediram a postergação do drawback para poderem recolocar produtos no mercado exterior.
  • Foi solicitado crédito para o Plano Brasil Soberano, visando preparar os setores para novos mercados e investimentos.
  • A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) terá um papel importante na busca por novos mercados e na ampliação da competitividade dos produtos brasileiros.

Alckmin também explicou o conceito de drawback, citando o exemplo de um automóvel, onde os componentes como pneu são isentos de imposto se destinados à exportação. No entanto, se a exportação não ocorrer, esses impostos precisam ser pagos, o que justifica a necessidade de postergar o drawback.

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