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Flávio Bolsonaro vai abrir mão de segurança da PF durante campanha: “Não confio”

Flávio Bolsonaro Desiste de Segurança da PF Durante Campanha

O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciou recentemente que não utilizará a equipe de segurança da Polícia Federal (PF) durante a campanha eleitoral. Essa decisão foi motivada pela falta de confiança na atual direção da PF, comandada por Andrei Passos Rodrigues.

Flávio Bolsonaro expressou sua preocupação com a possibilidade de “infiltrados” em sua campanha, o que o levou a decidir não correr o risco de ter agentes da PF em sua equipe de segurança. Em vez disso, ele solicitou que os agentes sejam direcionados para investigações importantes, como as fraudes contra aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Investigações e Prioridades

Flávio Bolsonaro também destacou a necessidade de investigações sobre Luís Cláudio Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele acredita que faltam investigações sobre esse caso e que a falta de efetivo não pode ser uma desculpa para não investigar.

Além disso, Flávio Bolsonaro já tem sido acompanhado por seguranças e tem usado colete à prova de balas em seus compromissos públicos. Isso demonstra que a segurança é uma prioridade para ele, mas ele prefere não confiar na PF para essa tarefa.

Gastos com Candidatos e Operação de Proteção

A Polícia Federal está prestes a iniciar uma operação para proteger os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026. Essa operação contará com até 458 servidores, veículos blindados, equipamentos antidrone e kits de vistoria antibomba, com um orçamento estimado em R$ 95 milhões.

  • A proteção poderá ser iniciada após a homologação das candidaturas nas convenções partidárias e a solicitação formal pelas respectivas campanhas.
  • A estrutura foi dimensionada para atender, simultaneamente, até dez candidaturas, com equipes especializadas atuando em todos os Estados e com acompanhamento permanente das agendas de campanha.
  • A corporação afirma que vai aplicar os mesmos critérios técnicos a todas as candidaturas, com o efetivo e os recursos definidos de forma individualizada conforme o nível de risco.

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