China Rejeita Acusações de Interferência Eleitoral por Parte de Trump
O Ministério das Relações Exteriores da China rejeitou as acusações do presidente dos EUA, Donald Trump, de interferência eleitoral por parte do país. As declarações ocorreram após Trump afirmar que a China interferiu na eleição de 2020, retomando críticas à segurança do processo eleitoral.
O porta-voz do ministério, Lin Jian, disse que a China “não tem interesse em interferir nas eleições dos EUA e nunca o fez”, reiterando que Pequim segue o princípio de não interferência nos assuntos internos de outros países. Ele também acusou os EUA de interferirem nos assuntos internos de outras nações e de realizarem vigilância global indiscriminada.
Resposta da China às Acusações
Lin afirmou que alegações semelhantes já foram repetidamente consideradas infundadas e pediu que Washington “pare com a difamação injustificada contra a China, pare de transformar a China em tema de suas eleições e aja de forma mais favorável às relações China-EUA”.
- A China rejeitou as acusações de interferência eleitoral por parte de Trump.
- O porta-voz do ministério, Lin Jian, disse que a China não tem interesse em interferir nas eleições dos EUA.
- Lin acusou os EUA de interferirem nos assuntos internos de outras nações e de realizarem vigilância global indiscriminada.
Além disso, o governo Trump afirmou que reduzirá a duração de vistos para jornalistas estrangeiros, limitando a permanência permitida de repórteres chineses a 90 dias. A China pediu que Washington retire imediatamente as políticas discriminatórias e se reserva o direito de adotar contramedidas recíprocas.
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