Cooperação Internacional no Combate ao Crime Organizado
O ex-presidente Michel Temer defendeu a cooperação entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado, minimizando os temores sobre riscos à soberania brasileira. Em declarações à imprensa após um painel do Fórum de Lisboa 2026, Temer enfatizou que o que realmente importa é a tranquilidade do brasileiro e a eliminação desses grupos criminosos.
Temer classificou o debate sobre a medida dos EUA como “inútil” e acredita que os argumentos estão sendo instrumentalizados pelo período eleitoral. Para ele, o crime organizado tem caráter internacional e a articulação entre países é fundamental para enfrentá-lo.
- O crime organizado percorre todos os países, tornando a cooperação internacional essencial.
- A ideia de que há inter-relacionamento entre os países é fundamental para combater o crime.
- A classificação de uma organização como terrorista ou não é de pouca relevância em comparação com a necessidade de combater o crime.
Temer lembrou que, durante seu governo, o ministro da Segurança, Alexandre de Moraes, viajou ao Paraguai para trabalhar no combate ao tráfico de drogas na fronteira entre os países. Isso demonstra a importância da cooperação internacional no combate ao crime organizado.
Outros líderes, como o ex-ministro Lewandowski, alertaram sobre as possíveis restrições a empresas estrangeiras e nacionais que operam no Brasil devido à classificação americana. No entanto, Temer não comentou diretamente essa questão.
Em resumo, a cooperação internacional é vista como fundamental para combater o crime organizado, e a classificação de uma organização como terrorista ou não é secundária em comparação com a necessidade de eliminar esses grupos. A tranquilidade do brasileiro e a eliminação do crime organizado são os principais objetivos.
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