Brasil deve voltar a ser 10ª maior economia após resultado do PIB
O Brasil deve voltar a ocupar a posição de 10ª maior economia do mundo em 2026, segundo projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) compiladas pela consultoria Austin Ratings a partir de dados de 45 países. Isso ocorre após o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro crescer 1,1% no primeiro trimestre deste ano, desempenho acima do esperado pelo mercado.
A estimativa foi reforçada pelo crescimento econômico do país, que registrou o sexto maior avanço entre os 45 países analisados pela Austin Ratings no primeiro trimestre de 2026. O desempenho brasileiro ficou atrás apenas de Hong Kong, Taiwan, Dinamarca, Coreia do Sul e China, e superou o de economias como Estados Unidos, Alemanha, Reino Unido e Itália.
Ranking global
Pelas projeções do FMI compiladas pela Austin Ratings, as dez maiores economias do mundo em 2026 devem ser:
- Estados Unidos: US$ 32,399 trilhões
- China: US$ 20,863 trilhões
- Alemanha: US$ 5,455 trilhões
- Japão: US$ 4,381 trilhões
- Reino Unido: US$ 4,267 trilhões
- Índia: US$ 4,158 trilhões
- França: US$ 3,597 trilhões
- Itália: US$ 2,739 trilhões
- Rússia: US$ 2,655 trilhões
- Brasil: US$ 2,637 trilhões
A diferença entre Brasil e Rússia aparece bastante estreita nas estimativas do FMI. O ranking considera o PIB em dólares correntes, o que significa que a taxa de câmbio também influencia diretamente a posição de cada país.
Apesar da volta ao top 10 global, o Brasil segue distante das economias mais ricas quando o critério é renda por habitante. Segundo o FMI, o PIB per capita brasileiro foi estimado em cerca de US$ 10,685 mil em 2025, bem abaixo de países desenvolvidos e até de economias menores da Europa.
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