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6×1: propostas de transição de 10 anos, 5 anos ou 3 anos foram derrotadas, diz Boulos

Propostas de Transição para o Fim da Escala 6×1 Derrotadas

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, anunciou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguiu derrotar propostas de transição para o fim da escala 6×1 que eram defendidas por membros do Centrão e da oposição. Essas propostas incluíam transições de 10 anos, 5 anos ou 3 anos.

De acordo com Boulos, o único ponto gradual será a redução da jornada semanal, que irá de 44 horas para 42 horas em 60 dias e, no ano que vem, para 40 horas. Isso significa que as propostas de transição mais longas foram rejeitadas.

Reunião entre Lula e Motta

Nesta segunda-feira, Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), se reuniram no Palácio do Planalto para discutir a regra de transição para a redução da jornada de trabalho. Eles estabeleceram um cronograma para a redução da jornada de 44 horas para 40 horas semanais.

Segundo os termos acertados, 60 dias após a promulgação da proposta, haverá uma redução de duas horas, até 42 horas. As últimas duas horas seriam reduzidas 12 meses depois, o que ocorreria em 2027.

Próximos Passos

Para ser aprovado na Câmara, o texto precisa passar na comissão especial e, depois, receber pelo menos 308 votos no plenário, em dois turnos. Depois, a proposta segue para o Senado, onde precisa de, no mínimo, 49 votos.

A derrota das propostas de transição mais longas é um passo importante para a implementação da redução da jornada de trabalho. No entanto, ainda há um longo caminho a ser percorrido antes que a proposta seja aprovada e entre em vigor.

  • A proposta precisa ser aprovada na Câmara e no Senado.
  • A redução da jornada de trabalho será gradual, com uma redução de duas horas em 60 dias e as últimas duas horas reduzidas 12 meses depois.
  • A implementação da proposta depende da aprovação de pelo menos 308 votos na Câmara e 49 votos no Senado.

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