Pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA caem abaixo do esperado
O número de norte-americanos que entraram com pedidos de auxílio-desemprego caiu na semana passada, indicando resiliência do mercado de trabalho e dando ao Federal Reserve espaço para se concentrar no aumento da inflação.
Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 3.000, para 209.000 em dado com ajuste sazonal, na semana encerrada em 16 de maio, informou o Departamento do Trabalho. Economistas consultados pela Reuters previam 210.000 pedidos para a última semana.
Embora os economistas esperem que os pedidos de auxílio-desemprego aumentem no verão devido a uma peculiaridade sazonal, o mercado de trabalho permanece em um padrão de espera. Os mercados financeiros preveem que o banco central dos EUA mantenha sua taxa de juros de referência na faixa de 3,50% a 3,75% no próximo ano.
Alguns fatores que podem influenciar a economia dos EUA incluem:
- A guerra entre os EUA e Israel com o Irã, que interrompeu a navegação no Estreito de Ormuz, aumentando os preços do petróleo e de outras commodities.
- A ata da reunião do banco central, que mostrou que as preocupações com a inflação provocada pela guerra com o Irã se intensificaram no mês passado.
- A possível estabilização do mercado de trabalho, que pode levar a um aumento da inflação e, consequentemente, a um aumento da taxa de juros.
No entanto, é importante notar que o mercado de trabalho dos EUA ainda apresenta sinais de resiliência, o que pode dar ao banco central espaço para se concentrar no aumento da inflação. Além disso, a taxa de juros de referência do banco central ainda é uma ferramenta importante para controlar a inflação e manter a estabilidade econômica.
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