Taiwan não será sacrificada, afirma presidente
O presidente de Taiwan, Lai Ching-te, afirmou no domingo que o país não será sacrificado ou negociado e não desistirá de seu modo de vida livre. Essa declaração foi uma resposta direta à cúpula realizada na semana passada em Pequim entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping.
Os comentários de Lai foram motivados pelas preocupações em Taiwan sobre o apoio dos EUA à ilha, que é governada democraticamente. Trump havia dito que ainda estava considerando a possibilidade de prosseguir com a venda de novas armas para a ilha reivindicada pela China.
Vendas de armas dos EUA são um compromisso de segurança
Lai afirmou que as vendas de armas dos EUA para Taiwan são um compromisso de segurança baseado na lei. Ele agradeceu ao governo dos EUA por sua atenção contínua à paz e à estabilidade no Estreito de Taiwan e por seu apoio.
Além disso, Lai destacou que Taiwan não provocaria ou aumentaria o conflito, mas também não abriria mão de sua soberania e dignidade nacionais, ou de seu modo de vida democrático e livre, sob pressão. Ele acrescentou que a China é a fonte da instabilidade regional.
- Taiwan não será sacrificada ou negociada
- Vendas de armas dos EUA são um compromisso de segurança
- Taiwan não provocará ou aumentará o conflito
Essas declarações do presidente Lai Ching-te demonstram a determinação de Taiwan em manter sua soberania e modo de vida democrático, apesar das pressões da China. A relação entre Taiwan e os EUA é fundamental para a estabilidade na região, e as vendas de armas dos EUA são um compromisso importante nesse sentido.
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