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Energisa (ENGI11): lucro recorrente cai 46,9% no 1º trimestre, a R$ 207 milhões

Lucro Recorrente da Energisa Cai 46,9% no 1º Trimestre

A Energisa (ENGI11) apresentou um lucro líquido consolidado recorrente de R$ 207 milhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda significativa de 46,9% em comparação com o mesmo período de 2025. Essa redução foi influenciada principalmente pelo resultado financeiro, que resultou em uma despesa líquida de R$ 1,03 bilhão, um aumento de 67,8% em relação à despesa de R$ 614 milhões registrada no ano anterior.

Por outro lado, a geração de caixa medida pelo Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização (Ebitda) ajustado recorrente apresentou um crescimento de 6,6% nos três primeiros meses do ano, alcançando R$ 1,981 bilhão. No entanto, quando considerado o critério ajustado para covenants, que inclui receitas de acréscimos moratórios, o Ebitda ajustado caiu 0,9% no período, totalizando R$ 2,534 bilhões.

A receita líquida ajustada da empresa somou R$ 7,35 bilhões de janeiro a março, representando um aumento de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, a dívida líquida ajustada da Energisa alcançou R$ 33,258 bilhões ao fim de março, ligeiramente acima dos R$ 32,829 bilhões registrados no encerramento de 2025.

Os investimentos da empresa totalizaram R$ 1,55 bilhão nos três primeiros meses de 2026, uma alta de 17% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda ajustado covenants nos últimos 12 meses, ficou em 3,5 vezes, ligeiramente abaixo das 3,6 vezes do trimestre anterior.

Em resumo, os principais pontos do desempenho da Energisa no primeiro trimestre de 2026 incluem:

  • Lucro líquido consolidado recorrente de R$ 207 milhões, uma queda de 46,9% em relação ao mesmo período de 2025.
  • Crescimento de 6,6% no Ebitda ajustado recorrente, alcançando R$ 1,981 bilhão.
  • Receita líquida ajustada de R$ 7,35 bilhões, aumento de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado.
  • Dívida líquida ajustada de R$ 33,258 bilhões ao fim de março.
  • Investimentos de R$ 1,55 bilhão nos três primeiros meses de 2026, alta de 17% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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