Cuba: Presidente Critica Ampliação de Sanções dos EUA ao País
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, rejeitou as sanções impostas ao país pelo governo dos Estados Unidos e questionou até quando o mundo continuará tolerando punições coletivas e abusivas por parte do governo norte-americano.
Em um discurso publicado pela imprensa oficial, Díaz-Canel afirmou que a política dos EUA não busca apenas uma “mudança de regime”, mas também constitui um ato de desestabilização regional, forçando a comunidade internacional a uma escolha impossível entre sua relação com Cuba e o acesso ao mercado e ao sistema financeiro dos Estados Unidos.
Reações e Consequências
A ordem executiva assinada pelo presidente dos EUA, Donald Trump, bloquearia ativos de pessoas que operem na ilha em setores-chave, como energia, mineração, defesa ou segurança, além do setor tecnológico. Isso pode ter consequências graves para a economia cubana, que já está enfrentando um cerco energético desde janeiro passado.
- Longos apagões e limitações de transporte
- Indústrias operando a meia marcha
- Voos cancelados ou rotas reduzidas
- Jornadas de trabalho encurtadas
- Desabastecimento de muitos produtos básicos e medicamentos
A nação caribenha produz apenas 40% de suas necessidades de petróleo, o que torna a situação ainda mais crítica.
Reações Internacionais
Díaz-Canel considerou que se trata de um “castigo coletivo” e que a comunidade internacional deve não tolerar esse “abuso”. Analistas e líderes internacionais alertaram para uma crise humanitária.
O presidente cubano também afirmou que a campanha dos EUA contra Cuba é baseada em mentiras e que o bloqueio é a principal causa dos problemas do povo cubano.
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