Impactos do Reajuste no Querosene de Aviação
O setor aéreo brasileiro está enfrentando um desafio significativo com o reajuste no querosene de aviação (QAV) anunciado pela Petrobras. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), o principal item de custo do transporte aéreo acumula uma alta de 100% após os aumentos.
A Abear argumenta que o reajuste tem “impactos gravíssimos na conectividade do País” e que o Brasil tem condições para diminuir as consequências dos choques externos para a população, uma vez que a Petrobras produz internamente quase todo o QAV consumido.
Reajuste e Consequências
O reajuste anunciado pela Petrobras é de 18%, o que equivale a um acréscimo de R$ 1,00 por litro. A companhia informou que o aumento segue uma fórmula contratual de paridade internacional, em vigor há mais de 20 anos.
Para mitigar os efeitos, a Petrobras permitirá o parcelamento de parte do reajuste em seis vezes, com início em julho de 2026. Essa estratégia foi adotada anteriormente, quando o aumento foi de 54%.
Alguns pontos importantes a considerar:
- O reajuste do QAV é o terceiro desde o início dos conflitos no Oriente Médio.
- A Abear argumenta que o Brasil pode diminuir as consequências dos choques externos para a população.
- A Petrobras produz internamente quase todo o QAV consumido no país.
Em resumo, o reajuste no querosene de aviação tem impactos significativos no setor aéreo brasileiro, e a Abear está trabalhando para encontrar soluções para mitigar esses efeitos. A Petrobras, por sua vez, está adotando medidas para ajudar as empresas aéreas a lidar com o aumento dos custos.
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