Desemprego no Brasil
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou recentemente que a taxa de desemprego no Brasil ficou em 6,1% nos três meses até março. Essa taxa está em linha com as previsões da pesquisa da Reuters, que apontavam para uma taxa de 6,1% no período.
A taxa de desemprego apresentou uma alta de 1 ponto percentual na comparação trimestral, passando de 5,1% entre outubro e dezembro. No entanto, essa foi a menor taxa de desocupação para um trimestre encerrado em março, em toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.
A população desocupada chegou a 6,6 milhões, com uma alta de 19,6% no trimestre, o que representa um aumento de 1,1 milhão de pessoas em busca de uma ocupação. Na comparação anual, entretanto, o contingente de pessoas procurando trabalho recuou 13,0%, com menos 987 mil pessoas.
O total de trabalhadores do país ficou em 102,0 milhões, recuando 1,0% no trimestre, mas permanecendo 1,5% acima do contingente registrado no mesmo trimestre móvel de 2025.
- Comércio: redução de 1,5% (menos 287 mil pessoas ocupadas)
- Administração pública: redução de 2,3% (menos 439 mil pessoas)
- Serviços domésticos: redução de 2,6% (menos 148 mil pessoas)
Esses três grupamentos perderam mais de 870 mil postos de trabalho, ainda na comparação trimestral. No entanto, dois grupamentos mostraram aumentos no contingente de ocupados frente ao mesmo trimestre do ano passado: Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (3,2%, ou mais 406 mil pessoas) e Administração pública (4,8%, ou mais 860 mil pessoas).
A taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o equivalente a 38,1 milhões de trabalhadores informais. O número de empregados com carteira assinada no setor privado (excluindo-se os trabalhadores domésticos) ficou em 39,2 milhões, sem variações significativas no trimestre, mas subindo 1,3% no ano.
Este conteúdo pode conter links de compra.
Fonte: link