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Vendas no 1° dia da SP-Arte 2026 revelam tickets maiores e incerteza das galerias

SP-Arte 2026: Vendas no Primeiro Dia Revelam Tickets Maiores e Incerteza das Galerias

A edição de 2026 da SP-Arte começou com um primeiro dia marcado por vendas importantes e uma presença significativa de tickets em dólar, conectando a feira à dinâmica internacional de preços. As galerias presentes na feira reportaram vendas de obras com forte lastro institucional, abrangendo desde a arte moderna até o conceitualismo latino-americano, passando pela arte popular e por artistas de gerações intermediárias.

Algumas das galerias que se destacaram nas vendas do primeiro dia incluem a Galatea, que vendeu dois Rubem Valentim e um Ivan Serpa, e a Gomide&Co, que reportou a venda de um Amadeo Lorenzato por R$ 800 mil e um Hélio Oiticica e um León Ferrari na faixa de R$ 1 milhão. A Fortes D’Aloia & Gabriel também teve um dia forte, com a venda de uma obra de Leda Catunda e negociações de obras de artistas como Antonio Tarsis e Márcia Falcão.

Outras galerias que tiveram destaque incluem a Galeria Continua, que vendeu obras de Ana Maria Tavares e Osvaldo González, e a Albuquerque Contemporânea, que reportou a venda de um Nuno Ramos por R$ 350 mil. A Galeria Estação, especializada em arte popular, também teve um dia forte, com a venda de obras de Santídio Pereira, Izabel Mendes da Cunha e Aurelino dos Santos.

As vendas do primeiro dia da SP-Arte 2026 sugerem que a feira mantém uma combinação de fatores que a tornam atraente para colecionadores e galerias. No entanto, as galerias menores parecem ter enfrentado desafios para fazer vendas relevantes, enquanto as galerias maiores tiveram negociações mais robustas. O relatório completo das vendas da feira será lançado na próxima segunda-feira, o que pode fornecer uma visão mais clara do desempenho das galerias grandes.

  • As galerias presentes na SP-Arte 2026 reportaram vendas de obras com forte lastro institucional.
  • As vendas do primeiro dia incluíram obras de artistas como Rubem Valentim, Ivan Serpa, Amadeo Lorenzato, Hélio Oiticica e León Ferrari.
  • As galerias menores parecem ter enfrentado desafios para fazer vendas relevantes, enquanto as galerias maiores tiveram negociações mais robustas.

Em resumo, o primeiro dia da SP-Arte 2026 foi marcado por vendas importantes e uma presença significativa de tickets em dólar, mas também por incerteza das galerias em relação às vendas. O relatório completo das vendas da feira será lançado na próxima segunda-feira, o que pode fornecer uma visão mais clara do desempenho das galerias grandes.

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