Respeito às Regras da Guerra
A presidente do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Mirjana Spoljaric, fez um apelo aos governos para que respeitem as regras da guerra, tanto em palavras quanto em ações. Isso ocorre após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificar sua retórica contra o Irã, ameaçando levar o “inferno” a Teerã.
De acordo com Spoljaric, “os Estados devem respeitar e garantir o respeito às regras da guerra tanto no que dizem quanto no que fazem”. Ela também destacou que o mundo não pode sucumbir a uma cultura política que prioriza a morte em detrimento da vida.
Ameaças a Infraestruturas Civis
A declaração do CICV (Comitê Internacional da Cruz Vermelha) refere-se às hostilidades no Oriente Médio, mas não mencionou especificamente nenhum governo. No entanto, é claro que as ameaças deliberadas, em retórica ou ação, contra infraestruturas civis essenciais e instalações nucleares não devem se tornar a nova norma na guerra.
Usinas elétricas, sistemas de água, hospitais, estradas, pontes, residências, escolas e universidades foram alvo de ataques no conflito iniciado com os ataques israelenses e norte-americanos ao Irã no final de fevereiro. Isso levou o Irã a atingir alvos em toda a região.
Ultimato ao Irã
Em seu ultimato mais recente ao Irã, Trump ameaçou atingir usinas de energia e pontes, a menos que o país faça um acordo até o final de terça-feira que permita o tráfego pelo Estreito de Ormuz, rota vital para o fornecimento global de energia.
Além disso, Israel atacou nesta segunda-feira o maior complexo petroquímico do Irã, disse o ministro da Defesa de Israel. Esses ataques e ameaças destacam a importância de respeitar as regras da guerra e proteger as infraestruturas civis.
Em resumo, a Cruz Vermelha está pedindo que os governos respeitem as regras da guerra e protejam as infraestruturas civis, evitando que as ameaças e ataques se tornem a nova norma na guerra.
- Respeito às regras da guerra é fundamental para proteger as infraestruturas civis.
- Ameaças deliberadas contra infraestruturas civis essenciais e instalações nucleares não devem se tornar a nova norma na guerra.
- Os governos devem agir de forma responsável e respeitar as regras da guerra, tanto em palavras quanto em ações.
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