Ataque Cibernético à Galeria Uffizi
A Galeria Uffizi, localizada em Florença, Itália, foi alvo de um grave ataque cibernético no início do ano. De acordo com o Corriere della Sera, o ataque levou a medidas de emergência, incluindo a transferência de joias valiosas para o banco central da Itália.
A Galeria Uffizi é o segundo museu mais visitado da Itália, gerando cerca de 60 milhões de euros por ano em receita. Ela abriga algumas das obras de arte mais famosas da Itália, incluindo as pinturas “Nascimento de Vênus” e “Primavera”, de Botticelli, e “Doni Tondo”, de Michelangelo.
Os hackers se infiltraram na rede do museu no final de janeiro ou início de fevereiro, obtendo acesso aos servidores da Uffizi, do Palazzo Pitti e dos Jardins Boboli. Eles supostamente esvaziaram alguns dos servidores e enviaram um pedido de resgate diretamente para o telefone pessoal do diretor da Galeria Uffizi, Simone Verde.
Os invasores obtiveram códigos de entrada, senhas, sistemas de alarme e mapas internos, o que levou a uma série de medidas de segurança para proteger os itens mais valiosos do Tesouro dos Grão-Duques. Alguns dos itens mais valiosos foram transferidos para o banco central como precaução, enquanto algumas portas e saídas de emergência foram lacradas.
- Os hackers roubaram o arquivo digital completo do departamento fotográfico, que contém imagens e documentos acumulados ao longo de décadas.
- O Tesouro dos Grão-Duques no Palazzo Pitti foi fechado a partir de 3 de fevereiro até novo aviso para permitir um trabalho de manutenção extraordinário.
- O ataque cibernático é mais um exemplo de como os museus e instituições culturais estão vulneráveis a ataques cibernéticos e roubos.
Esse incidente destaca a importância de investir em segurança cibernética para proteger os patrimônios culturais e históricos. A Galeria Uffizi está trabalhando para recuperar os dados roubados e melhorar a segurança de sua rede.
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