Atualização sobre o Estado de Saúde de Jair Bolsonaro
O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital DF Star, em Brasília, para o tratamento de uma pneumonia bacteriana bilateral. De acordo com o boletim médico divulgado na tarde de domingo, 22, Bolsonaro manteve-se estável e sem febre nas últimas 24 horas, sem intercorrências.
Ele continua sendo tratado com antibióticos aplicados diretamente na veia e recebe suporte clínico intensivo e fisioterapia. No entanto, não há previsão de alta hospitalar para o ex-presidente. O boletim médico destaca que Bolsonaro permanece internado na UTI do hospital DF Star, em tratamento de pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração.
Detalhes do Tratamento e Condição de Saúde
Os médicos responsáveis pelo tratamento de Bolsonaro informaram que ele segue com antibioticoterapia endovenosa, suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora. O boletim é assinado por uma equipe de médicos, incluindo o cirurgião geral Claudio Birolini, os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, o coordenador da UTI Geral do DF Star, Antônio Aurélio de Paiva Fagundes Jr., e o diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.
Além disso, o ex-presidente completou 71 anos de idade no sábado, 21, e recebeu parabéns e mensagens de familiares e apoiadores na porta do hospital. Ele está preso desde janeiro no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, cumprindo pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.
- O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na UTI do hospital DF Star para o tratamento de pneumonia bacteriana bilateral.
- Ele manteve-se estável e sem febre nas últimas 24 horas, sem intercorrências.
- Bolsonaro continua sendo tratado com antibióticos e recebe suporte clínico intensivo e fisioterapia.
- Não há previsão de alta hospitalar para o ex-presidente.
Em relação à possibilidade de transferência para prisão domiciliar, interlocutores do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), avaliam que ele está inclinado a tomar essa medida, levando em conta a condição precária de saúde do ex-presidente. No entanto, não há previsão de quando a medida seria tomada.
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