Fluxo “gringo” seguirá? 5 questões para mercados brasileiros enquanto guerra continua
O conflito entre Irã e Estados Unidos-Israel já se estende pela terceira semana e dá poucas indicações de um desfecho em breve, com os impactos também se estendendo pelos mercados, principalmente via petróleo.
Em meio a um cenário incerto, o Bradesco BBI buscou responder às cinco principais perguntas recebidas de investidores para a equipe de estratégia do banco sobre o impacto da Guerra do Irã em andamento no Brasil.
Algumas das principais questões incluem:
- Como o Banco Central poderia responder ao choque?
- Com que rapidez um choque do petróleo se propaga para a inflação no Brasil?
- Além da inflação, quais são as principais implicações de um choque do petróleo?
- Existem opções de refúgio em ações?
- O que muda para as ações? Os fluxos estrangeiros continuarão?
O BBI aponta que o Copom enfrenta o clássico dilema do choque de oferta e que a doutrina padrão de política monetária exige a acomodação de choques primários dentro da banda de tolerância.
Além disso, o banco destaca que o impacto líquido no Brasil é positivo e fácil de estimar, com a balança comercial se ampliando com preços mais altos do petróleo e o déficit em conta corrente melhorando.
O BBI também vê oportunidades em ações de empresas petrolíferas, ações brasileiras sensíveis à taxa de juros e empresas de crescimento de qualidade, como Nubank e Mercado Livre.
Por fim, o banco considera as ações brasileiras e da América Latina como beneficiárias líquidas relativas da guerra com o Irã e acredita que a volatilidade atual será vista como uma oportunidade de compra no Brasil por muitos investidores estrangeiros e locais.
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