Vale a pena investir em FIIs “alternativos”?
A busca por diversificação dentro do mercado de fundos imobiliários tem levado investidores a olhar para segmentos menos tradicionais do setor. Para Tiago Reis, fundador da Suno Research, a expansão para ativos alternativos — como energia, infraestrutura ou data centers — pode ajudar a reduzir a correlação das carteiras em relação aos fundos mais tradicionais do mercado.
Segundo ele, o universo de REITs nos Estados Unidos mostra que o conceito de investimento imobiliário pode ir muito além dos setores mais conhecidos no Brasil, como shoppings, galpões logísticos e lajes corporativas. A própria definição de ativo imobiliário pode ser mais ampla do que o investidor brasileiro costuma considerar.
Vantagens dos FIIs “alternativos”
- Redução da correlação das carteiras em relação aos fundos mais tradicionais do mercado
- Opções de investimento em segmentos menos tradicionais, como energia, infraestrutura ou data centers
- Potencial de aumento da previsibilidade de recebimento de proventos em cenários de crise econômica
Um exemplo de ativo alternativo é o SNEL11, fundo imobiliário voltado ao desenvolvimento de projetos de geração de energia solar distribuída. Segundo Reis, esse tipo de ativo tende a apresentar menor correlação com outros fundos presentes no IFIX, índice que reúne os principais FIIs da bolsa brasileira.
Além disso, ativos ligados à geração de energia podem responder a fatores adicionais, como clima e dinâmica do mercado energético, o que pode oferecer características defensivas em determinados momentos de crise econômica.
Em resumo, os FIIs “alternativos” podem ser uma opção interessante para investidores que buscam diversificar suas carteiras e reduzir a correlação com os fundos mais tradicionais do mercado.
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