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SLC (SLCE3) tem alta em dia amargo da bolsa após divulgar resultados do 4º trimestre

SLC Agrícola (SLCE3) Apresenta Resultados Sólidos no 4º Trimestre

A SLC Agrícola (SLCE3) divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2025, demonstrando um desempenho robusto acima das expectativas do mercado. Como resultado, a ação da empresa abriu em alta e continuou somando ganhos, mesmo em um dia de baixa generalizada no Ibovespa, influenciado pelas tensões entre Estados Unidos e Irã.

Os resultados sólidos foram impulsionados por um crescimento na receita líquida, que alcançou R$ 853 milhões, uma alta de 15% em relação ao ano anterior e acima das estimativas dos bancos. Além disso, a empresa apresentou um aumento considerável nos volumes comercializados consolidados, de 32% ao ano, e preços realizados mais fortes.

Análise de Desempenho

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 2,66 bilhões em 2025, uma alta de 30,8% na comparação com o ano anterior. A margem expandiu para 31,2%, abaixo da estimativa de mercado de R$ 2,751 e em linha com o consenso de R$ 2,603.

Os analistas do Morgan Stanley destacaram que a SLC tem um histórico de desempenho superior durante ciclos de alta de commodities. Com o aumento do preço do milho, por exemplo, os produtores brasileiros, como a SLC, podem se beneficiar. Além disso, a empresa já plantou a safra atual e comprou grande parte dos insumos, o que a posiciona para capturar a possível alta no exterior.

Perspectivas para a Safra 26/27

A XP Investimentos ressaltou que a proteção contra a flutuação dos preços de insumos é positiva, pois deve mitigar uma parte significativa do risco de preço. No entanto, a casa continua preocupada com a perspectiva dos custos agrícolas no Brasil para a safra 26/27, pois os custos de fertilizantes continuam estruturalmente elevados.

Em resumo, a SLC Agrícola apresentou resultados sólidos no quarto trimestre de 2025, impulsionados por um crescimento na receita líquida e nos volumes comercializados. A empresa está bem posicionada para capturar a possível alta no exterior, mas ainda enfrenta desafios relacionados aos custos agrícolas.

  • Receita líquida: R$ 853 milhões, alta de 15% em relação ao ano anterior
  • Ebitda ajustado: R$ 2,66 bilhões, alta de 30,8% na comparação com o ano anterior
  • Margem: 31,2%, abaixo da estimativa de mercado de R$ 2,751 e em linha com o consenso de R$ 2,603

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