Guerra no Irã: Conflito Aéreo e Mercados Globais em Crise
A guerra entre os EUA, Israel e o Irã entrou no seu quarto dia, com explosões abalando Teerã e Beirute, e mercados financeiros em todo o mundo despencando devido à perspectiva de uma crise prolongada no fornecimento global de energia.
Os drones iranianos colidiram com a embaixada dos EUA na Arábia Saudita, causando pequenos danos e provocando um incêndio, enquanto a campanha de Israel foi planejada para durar duas semanas e está avançando mais rápido do que o esperado, com o objetivo de derrubar os governantes clericais do Irã.
Os mercados globais caíram conforme a dificuldade no fornecimento de energia do Oriente Médio ameaçava reacender a inflação pós-pandemia, com o preço do petróleo bruto subindo 15% em dois dias e o preço no atacado europeu do gás natural disparando 40%.
- O índice de referência europeu STOXX 600 caiu 3% no início do pregão.
- As ações da Coreia do Sul, dependente da importação de energia, despencaram mais de 7%.
- Uma queda de 2% nos futuros das bolsas dos EUA sugeria que a liquidação estava a caminho de Wall Street.
O Irã afirmou que o número de mortos se aproximava de 800, e o país respondeu disparando mísseis e drones contra os Estados árabes vizinhos e estrangulando o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz.
A campanha dos EUA e Israel matou o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, no primeiro dia, e a guerra se espalhou para o Líbano, onde o Hezbollah, aliado iraniano, disparou contra Israel.
Os iranianos comemoraram abertamente a morte de Khamenei, mas os bombardeios implacáveis semearam o medo mesmo entre aqueles que esperavam por mudanças.
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