Oceanpact (OPCT3): Análise da Fusão com CBO
A Oceanpact (OPCT3) anunciou recentemente a fusão com a CBO, uma operação que resultará na emissão de 274,5 milhões de novas ações e na incorporação da CBO. Essa transação cria uma empresa com uma frota combinada de 73 embarcações e uma carteira de contratos de R$ 13,6 bilhões. Além disso, a fusão promove o rejuvenescimento dos ativos, considerando que a frota da CBO é mais jovem.
Apesar da avaliação positiva sobre a fusão, as ações da Oceanpact recuaram 2,20% às 12h33 (horário de Brasília), atingindo o valor de R$ 9,35. No entanto, o Bradesco BBI considera a fusão positiva, uma vez que deve consolidar a nova companhia como o segundo maior operador de embarcações de apoio offshore no Brasil, com uma trajetória clara de desalavancagem e capacidade ampliada de geração de caixa.
Benefícios da Fusão
- A fusão cria uma empresa com uma frota combinada de 73 embarcações e uma carteira de contratos de R$ 13,6 bilhões.
- Promove o rejuvenescimento dos ativos, considerando que a frota da CBO é mais jovem.
- A relação de troca embute múltiplos superiores para a CBO, refletindo sua frota mais jovem, menor custo da dívida e já gerando fluxo de caixa livre positivo.
- A garantia de que os recursos potenciais da ação judicial contra a Petrobras serão integralmente distribuídos, sem diluição.
O JPMorgan também vê a transação como estrategicamente sólida e economicamente equilibrada. A incorporação total em ações da CBO aumenta significativamente a escala e o backlog, fortalecendo a posição competitiva da OceanPact em um ambiente construtivo para embarcações de apoio offshore.
Em resumo, a fusão entre a Oceanpact e a CBO é vista como uma operação positiva, que traz benefícios para a empresa e seus acionistas. A criação de uma empresa com uma frota combinada de 73 embarcações e uma carteira de contratos de R$ 13,6 bilhões é um passo importante para a consolidação da OceanPact no mercado.
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