Presidente do Irã diz que morte de Khamenei é “declaração de guerra”
O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que a morte do aiatolá Ali Khamenei é um direito e uma obrigação da república islâmica. A morte do líder supremo do Irã foi confirmada pelo Irã durante os ataques de EUA e Israel.
Pezeshkian definiu o ataque como uma “declaração de guerra contra os muçulmanos”. A República Islâmica do Irã considera seu dever e direito legítimo vingar os perpetradores e idealizadores deste crime histórico. O governo iraniano decretou 40 dias de luto oficial e sete dias de feriado nacional.
A TV estatal iraniana exibiu imagens de arquivo do aiatolá com uma faixa preta em sinal de luto enquanto um apresentador lia um comunicado oficial. O texto afirmava que Khamenei morreu durante o mês sagrado do Ramadã e descrevia sua trajetória como a de uma autoridade religiosa “reverenciada”.
Os Guardiões da Revolução, o exército ideológico do Irã, prometeram uma ofensiva “mais feroz da história” contra Israel e os Estados Unidos. A operação ofensiva mais feroz da história das forças armadas da República Islâmica do Irã começará a qualquer momento contra os territórios ocupados e as bases terroristas americanas.
Principais pontos
- A morte do aiatolá Ali Khamenei foi confirmada pelo Irã durante os ataques de EUA e Israel.
- O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, definiu o ataque como uma “declaração de guerra contra os muçulmanos”.
- A República Islâmica do Irã considera seu dever e direito legítimo vingar os perpetradores e idealizadores deste crime histórico.
- O governo iraniano decretou 40 dias de luto oficial e sete dias de feriado nacional.
- Os Guardiões da Revolução prometeram uma ofensiva “mais feroz da história” contra Israel e os Estados Unidos.
O conflito entre o Irã e os EUA e Israel pode ter consequências graves para a região e o mundo. A situação está sendo monitorada de perto por líderes internacionais e organizações.
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