Afastamento de Eduardo Bolsonaro
A Corregedoria Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro decidiu afastar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Delegacia de Polícia Federal em Angra dos Reis. O motivo do afastamento são faltas injustificadas, conforme informado pelo site UOL.
O afastamento é válido até que seja concluído o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) instaurado em janeiro deste ano para analisar as faltas de Eduardo. O ex-deputado mora nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e não se apresentou para retomar suas funções como escrivão concursado da Polícia Federal.
Além disso, Eduardo Bolsonaro foi alvo de uma representação feita por Guilherme Boulos, atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência, para investigar sua atuação nos Estados Unidos na defesa da imposição de sanções ao Brasil. Essa representação resultou na instauração de outro PAD contra Eduardo Bolsonaro em setembro de 2025.
Detalhes do Afastamento
- O afastamento de Eduardo Bolsonaro foi determinado pelo corregedor regional da PF por meio de uma portaria assinada em 10 de fevereiro.
- A portaria foi publicada apenas recentemente, e Eduardo tem até cinco dias úteis para entregar a arma de fogo e a carteira funcional.
- O ex-deputado havia se licenciado do cargo para exercer o mandato de deputado federal, mas foi cassado, também por faltas.
Com o afastamento, Eduardo Bolsonaro não poderá exercer suas funções como escrivão até que o PAD seja concluído. A decisão da Corregedoria Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro reforça a importância da regularidade e da presença no trabalho para os servidores públicos.
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