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EUA Impõem Mais Sanções ao Irã em Meio a Nova Onda de Protestos

Os Estados Unidos anunciaram novas sanções ao Irã como parte de uma campanha de “pressão máxima” antes da próxima rodada de negociações entre os dois países. Essas sanções afetam mais de 30 indivíduos, entidades e embarcações que facilitam a “venda ilícita de petróleo iraniano” e a produção de armas no país.

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que o Irã explora o sistema financeiro para vender petróleo ilícito, lavar dinheiro, adquirir componentes para seus programas de armas nucleares e convencionais e apoiar seus grupos terroristas. O governo americano continuará aplicando “pressão máxima sobre o Irã para prejudicar as capacidades bélicas do regime e seu apoio ao terrorismo”.

Reação do Irã

O presidente iraniano, Massoud Pezeshkian, reiterou que há uma “perspectiva favorável” para as negociações entre os dois países. No entanto, o regime prometeu responder com força a qualquer ataque americano, incluindo ações contra bases militares dos EUA espalhadas pelo Oriente Médio.

O governo iraniano classificou como “grandes mentiras” as declarações de Trump durante o discurso de terça-feira, 24. O Irã nega desenvolver mísseis intercontinentais e alega que seu programa nuclear tem fins pacíficos.

Protestos no Irã

Enquanto se prepara para outra rodada de negociações com os EUA, o regime voltou a reprimir uma nova onda de manifestações contra o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei. Os protestos foram retomados no fim de semana e se espalharam por 13 universidades, incluindo em Teerã e Mashhad.

Os principais pontos sobre a situação incluem:

  • Confrontos entre estudantes e policiais em algumas universidades.
  • Forças de segurança mobilizadas nas universidades.
  • Policiais à paisana e integrantes da milícia Basij, ligada à Guarda Revolucionária Islâmica, ocuparam os câmpus que ainda estão abertos.
  • 80% das universidades passaram a oferecer aulas a distância para evitar protestos.

O ministro da Ciência Hossein Simaei-Sarraf disse que o governo não tolerará “distúrbios” nas universidades. Já o procurador-geral do país, Mohammad Azad, exigiu punições rápidas.

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