Morte de Jesse Jackson: Um Legado de Luta pelos Direitos Civis
O líder dos direitos civis nos EUA, Jesse Jackson, faleceu aos 84 anos, de acordo com um comunicado de sua família. Jackson foi um defensor incansável dos direitos dos negros norte-americanos e de outras comunidades marginalizadas, desde o movimento pelos direitos civis da década de 1960.
Como um orador inspirador e morador de longa data de Chicago, Jackson foi diagnosticado com a doença de Parkinson em 2017. Sua morte ocorre em um momento em que o governo dos EUA está removendo exposições sobre a escravidão e restaurando estátuas confederadas, o que pode reverter décadas de progresso social.
Legado de Luta
Jackson foi um colaborador próximo de Martin Luther King Jr. e concorreu duas vezes à indicação presidencial democrata. Ele fundou os grupos de direitos civis Operation Push e National Rainbow Coalition, com sede em Chicago, e atuou como enviado especial do presidente democrata Bill Clinton à África na década de 1990.
Alguns dos principais feitos de Jackson incluem:
- Defesa dos direitos dos negros norte-americanos e de outras comunidades marginalizadas
- Fundação de grupos de direitos civis, como a Operation Push e a National Rainbow Coalition
- Atuação como enviado especial do presidente Bill Clinton à África
- Ajuda na libertação de vários norte-americanos e outras pessoas detidas no exterior
Jackson resistiu a uma série de controvérsias, mas permaneceu como a figura proeminente dos direitos civis dos EUA por décadas. Sua morte é um lembrete do importante legado que ele deixou e da continuação da luta pelos direitos civis nos EUA.
A família de Jackson descreveu-o como um “líder servidor — não apenas para nossa família, mas para os oprimidos, os sem voz e os ignorados em todo o mundo”. Seu legado continuará a inspirar gerações futuras a lutar pelos direitos civis e pela justiça social.
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