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No Ano do Cavalo, Economia da China Terá Fôlego para Galopar?

A China comemora a chegada do Ano do Cavalo de Fogo, e especialistas de todo o globo fazem perguntas importantes sobre o fôlego da atividade no Oriente. A segunda maior economia do mundo enfrenta um problema crônico de falta de demanda interna, o que fará com que o país siga exportando deflação para o mundo.

Apesar de um crescimento de 5% no ano passado, dentro da meta do governo, a China enfrenta um problema maior: desequilíbrio entre oferta e demanda. O índice de preços ao consumidor recuou pelo 40º mês consecutivo, indicando que a indústria chinesa opera com excesso de capacidade.

Desafios para o Brasil

O Brasil enfrentará desafios com a exportação de deflação da China, que pressionará os preços internacionais para baixo. A indústria brasileira pode enfrentar maior concorrência, especialmente nos setores de siderurgia e metalurgia.

No entanto, a importação de insumos a preços menores pode ter um efeito desinflacionário sobre bens comercializáveis no Brasil. As gigantes brasileiras de commodities devem ter cautela e estratégia, pois a demanda morna da construção civil chinesa deve manter os preços sob pressão.

  • A crise imobiliária limita a demanda por aço e minério, criando pressão de baixa no preço dessas commodities.
  • A transição energética pode impulsionar a demanda por minério e aço, especialmente para a indústria de carros elétricos e infraestrutura tecnológica.
  • A relação comercial no agronegócio deve ficar mais tensa, com a China usando seu poder de monopsônio para negociar preços com dureza.

Para o investidor brasileiro que cogita alocar capital na Ásia, a recomendação é de seletividade extrema, evitando a todo custo a exposição ao setor imobiliário e focando nos setores de tecnologia e financeiro.

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