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Kremlin rejeita alegação de que envenenou Navalny; viúva diz que verdade veio à tona

Kremlin Rejeita Alegação de Envenenamento de Navalny

O Kremlin rejeitou categoricamente as acusações de cinco países europeus de que o Estado russo teria matado Alexei Navalny há dois anos usando toxina de sapos venenosos. No entanto, a viúva de Navalny, Yulia Navalnaya, afirmou que a verdade finalmente foi comprovada.

Navalny, crítico doméstico mais proeminente do presidente Vladimir Putin, morreu em 16 de fevereiro de 2024, na colônia penal Lobo Polar, ao norte do Círculo Polar Ártico. Sua morte, que o Estado russo afirmou ter sido por causas naturais, ocorreu um mês antes de Putin ser reeleito para um quinto mandato em uma votação esmagadora.

Alegações de Envenenamento

Grã-Bretanha, França, Alemanha, Suécia e Holanda afirmaram que as análises das amostras do corpo de Navalny confirmaram “conclusivamente” a presença de epibatidina, uma toxina encontrada em sapos venenosos da América do Sul e que não é encontrada naturalmente na Rússia.

Os países afirmaram que “Navalny morreu enquanto estava preso, o que significa que a Rússia tinha os meios, o motivo e a oportunidade para administrar esse veneno a ele”.

Resposta do Kremlin

O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, rejeitou as alegações, afirmando que “naturalmente, não aceitamos tais acusações. Discordamos delas. Consideramos que são tendenciosas e não se baseiam em nada. E as rejeitamos veementemente”.

Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, também afirmou que as acusações eram “apenas propaganda destinada a desviar a atenção das questões urgentes do Ocidente”.

Declaração Conjunta Europeia

Uma declaração conjunta europeia fez referência ao envenenamento com Novichok em 2018, em Salisbury, Inglaterra, do ex-agente russo Sergei Skripal e sua filha, sugerindo que Moscou tem histórico de usar venenos mortais contra seus inimigos.

Um grupo de 15 países, em sua maioria europeus, mas que também inclui a Austrália, Nova Zelândia e Canadá, emitiu uma nova declaração, reiterando suas exigências para que a Rússia conduza uma investigação transparente sobre a morte de Navalny.

Yulia Navalnaya, viúva de Navalny, afirmou que as conclusões forneceram as provas necessárias para apoiar sua posição, escrevendo no X que “dois anos. Alcançamos a verdade e também alcançaremos a justiça um dia”.

  • Grã-Bretanha, França, Alemanha, Suécia e Holanda acusam a Rússia de envenenar Navalny.
  • O Kremlin rejeita as alegações, afirmando que são “tendenciosas” e “não se baseiam em nada”.
  • A viúva de Navalny, Yulia Navalnaya, afirma que as conclusões forneceram as provas necessárias para apoiar sua posição.

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