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Haddad Defende Nova Arquitetura para Benefícios Sociais

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a criação de uma nova arquitetura para as despesas sociais no Brasil, sugerindo uma fusão dos benefícios. Segundo ele, a atual situação econômica do país permite que se pense em soluções mais criativas para os programas sociais.

Haddad comparou a ideia de construir uma nova arquitetura ao projeto do Bolsa Família, lançado por Lula em 2003, que uniu diversos outros programas existentes. Ele questionou se não seria o caso de fazer algo semelhante, criando um programa que seja um “guarda-chuva” para os benefícios sociais.

A ideia, segundo o ministro, não é diminuir o gasto, mas modernizar e tornar mais eficaz e sustentável os programas sociais. Ele destacou que a discussão sobre renda básica é um exemplo de como se pode repensar a questão de forma mais moderna.

  • A nova arquitetura poderia incluir a fusão de benefícios sociais, tornando-os mais eficazes e sustentáveis.
  • A discussão sobre renda básica é um exemplo de como se pode repensar a questão de forma mais moderna.
  • O ministro destacou a importância de “cuidar do Banco Central“, pois ele pode contribuir muito para os governos e o país.

Além disso, Haddad elogiou a atuação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em relação às denúncias envolvendo o Banco Master. Ele destacou que a fraude de R$ 12 bilhões foi descoberta após a posse de Galípolo e que as investigações dos órgãos competentes devem apontar as responsabilidades pela gestão fraudulenta.

O ministro também fez elogios à reforma tributária, afirmando que após sua aprovação o país vai figurar entre os melhores sistemas tributários do mundo. Ele destacou que a nova avaliação deve ocorrer por causa do nível de “digitalização e transparência” que foram dadas à reforma tributária brasileira.

Em resumo, Haddad defende a criação de uma nova arquitetura para as despesas sociais, sugerindo uma fusão dos benefícios, e destaca a importância de modernizar e tornar mais eficaz e sustentável os programas sociais. Além disso, ele elogia a atuação do Banco Central e a reforma tributária, que devem contribuir para o desenvolvimento do país.

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