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O carro de R$ 3 milhões: perseguição cinematográfica termina com apreensão recorde de “supermaconha” em Manaus

O Carro de R$ 3 Milhões: Uma Perseguição Cinematográfica em Manaus

Uma cena digna de filme de ação movimentou as proximidades do bairro São Raimundo, em Manaus. O que inicialmente parecia apenas mais um veículo em fuga acabou revelando um verdadeiro “tesouro” do crime organizado: cerca de R$ 3 milhões em maconha do tipo skunk, abandonados por traficantes acuados pela polícia.

A apreensão é resultado da segunda fase da Operação Eldorado, deflagrada pelo Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc). As investigações já vinham monitorando os passos — e as rotas — da organização criminosa. Com o apoio do aparato tecnológico da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM), os policiais localizaram o veículo utilizado como uma espécie de “delivery de luxo” do tráfico.

A Perseguição e a Apreensão

Ao perceberem que o cerco estava se fechando, os suspeitos iniciaram uma fuga em alta velocidade, que terminou com o carro abandonado estrategicamente nas proximidades da ponte do São Raimundo. No interior do veículo, os agentes encontraram 153 quilos de skunk, droga de alto valor no mercado ilegal.

A Polícia Civil destaca que a operação vai além das prisões e apreensões: o objetivo é atingir diretamente o financiamento das facções criminosas. Somadas as duas fases da Operação Eldorado, o prejuízo causado ao crime organizado já ultrapassa R$ 9 milhões.

  • 153 quilos de skunk foram apreendidos;
  • O valor da apreensão é de cerca de R$ 3 milhões;
  • O prejuízo total ao crime organizado ultrapassa R$ 9 milhões.

O Foco da Operação

O delegado-geral adjunto, Guilherme Torres, afirmou que o foco é o desmantelamento completo da organização. “Estamos bloqueando bens e cortando rotas, tanto pelos rios quanto pelo asfalto da capital”, disse.

As investigações apontam que o centro de distribuição da droga funcionava na zona centro-sul de Manaus, com ramificações que incluíam oficinas mecânicas e bairros considerados nobres da cidade. Enquanto os 153 quilos de entorpecentes seguem para incineração, a polícia mantém as diligências para identificar quem seria o destinatário final do carregamento milionário.

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