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Federação de esqui rejeita teoria de alongamento peniano para performance; entenda

Federação de Esqui Rejeita Teoria de Alongamento Peniano para Performance

A Federação Internacional de Esqui e Snowboard rejeitou recentemente a teoria de que saltadores de esqui estariam alterando suas medidas corporais para obter trajes mais folgados e, assim, ganhar vantagem competitiva nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina.

A controvérsia começou após uma reportagem do jornal alemão Bild, que apontou para discussões internas no mundo do salto de esqui sobre a possibilidade de alterar temporariamente o volume da virilha antes das medições oficiais. Essas medições são realizadas no início de cada temporada com o auxílio de scanners corporais tridimensionais e determinam com precisão milimétrica as dimensões dos trajes que os atletas usam em competição durante meses.

A polêmica surgiu após relatos sugerirem que alguns atletas teriam considerado injetar ácido hialurônico em seus órgãos genitais para manipular as imagens tridimensionais. No entanto, a federação insistiu que não há provas que sustentem essa teoria e que o sistema de controle atual reduz significativamente a possibilidade de manipulação.

Importância das Medidas

As medidas corporais são fundamentais no salto de esqui devido à natureza aerodinâmica do esporte. Os regulamentos estipulam que o traje deve se ajustar ao corpo do atleta dentro de uma tolerância limitada, geralmente entre dois e quatro centímetros. Uma área de superfície maior dentro dessas margens pode aumentar a sustentação durante o voo e favorecer distâncias maiores.

Estudos científicos destacam a sensibilidade do desempenho às variações no ajuste do traje. De acordo com especialistas em biomecânica, cada centímetro adicional de tecido poderia acrescentar vários metros a um salto, o que explicaria a tentativa de alterar o volume corporal no momento da digitalização.

Medidas de Controle

A FIS argumenta que o sistema de controle atual é suficiente para prevenir manipulações. A federação endureceu as regras após um escândalo descoberto no Campeonato Mundial de 2025, quando membros da equipe norueguesa foram flagrados alterando as costuras na região da virilha de seus trajes para aumentar a flutuabilidade.

Após esse episódio, a FIS reforçou os controles introduzindo verificações antes e depois de cada salto, microchips embutidos nos trajes e melhorias nos sistemas de medição tridimensional. A organização acredita que esse endurecimento dos procedimentos reduz a viabilidade de qualquer tentativa de manipulação.

Em resumo, a Federação Internacional de Esqui e Snowboard rejeitou a teoria de alongamento peniano para performance devido à falta de provas e ao sistema de controle atual. As medidas corporais são fundamentais no salto de esqui, e a federação está comprometida em manter a integridade do esporte.

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