Explicação da Situação Atual
O tratado Novo START, que estabelecia limites para a implantação de armas nucleares estratégicas pela Rússia e pelos EUA, expirou recentemente. Em resposta, os Estados Unidos pediram um novo acordo de controle de armas, citando a necessidade de um tratado mais abrangente que inclua outras potências nucleares, como a China.
Posições dos Países Envolvidos
A Rússia sugeriu uma prorrogação voluntária do Novo START por um ano para permitir discussões sobre um tratado sucessor. No entanto, o presidente dos EUA, Donald Trump, expressou sua intenção de negociar um novo tratado, citando a inadequação do atual acordo bilateral.
O subsecretário de Estado dos EUA para Controle de Armas e Segurança Internacional, Thomas DiNanno, reiterou a posição dos EUA, afirmando que um tratado bilateral com apenas uma potência nuclear é inadequado em 2026 e no futuro.
Reações da China e da Rússia
A China, por sua vez, recusou-se a participar de novas negociações com Moscou e Washington, citando sua fração relativamente pequena de ogivas nucleares em comparação com os EUA e a Rússia.
O embaixador da China para o desarmamento, Shen Jian, destacou que o país não possui mais de 600 ogivas, em comparação com cerca de 4.000 da Rússia e dos EUA.
Já a Rússia, por meio de seu embaixador para o desarmamento em Genebra, Gennady Gatilov, expressou lamentação pela decisão dos EUA de não prorrogar o Novo START, mas manteve a porta aberta para discussões futuras.
Consequências e Perspectivas
A situação atual destaca a complexidade das relações internacionais e a necessidade de um diálogo multilateral para abordar questões de segurança e controle de armas nucleares.
Os EUA, ao buscar um novo acordo, buscam incluir a China e outras potências nucleares na discussão, visando um tratado mais abrangente e eficaz.
No entanto, a recusa da China em participar de novas negociações e a posição da Rússia em relação ao tema criam desafios significativos para o estabelecimento de um novo acordo.
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