Operação Zona Cinzenta: PF Investiga Aportes da Amprev no Banco Master
A Polícia Federal (PF) realizou uma operação na sexta-feira (6) para investigar aportes feitos pela Amprev, a previdência do estado do Amapá, no Banco Master. A operação, batizada de Zona Cinzenta, visa apurar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá.
De acordo com a PF, os aportes feitos pela Amprev somaram ao menos R$ 400 milhões em 2024. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal e incluem quatro mandados de busca e apreensão em Macapá. Os alvos incluem o diretor-presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos, e dois integrantes do comitê de investimentos da autarquia.
Objetivos da Investigação
A PF investiga gestão temerária e gestão fraudulenta na condução dos recursos previdenciários. A apuração examina tanto os critérios adotados para a aprovação dos investimentos quanto a execução das operações, em um contexto de maior escrutínio sobre a exposição de fundos públicos a ativos de maior risco.
Os principais objetivos da investigação incluem:
- Apurar possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social do Estado do Amapá;
- Examinar os critérios adotados para a aprovação dos investimentos;
- Investigar a execução das operações e a exposição de fundos públicos a ativos de maior risco.
A operação Zona Cinzenta é mais um desdobramento do chamado caso Master, que envolve a investigação de aportes de regimes previdenciários estaduais no Banco Master. Recentemente, o ex-presidente da Rioprevidência foi preso em investigação que apura aportes próximos de R$ 1 bilhão no mesmo banco.
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