Imposto de Renda 2026: O que já se sabe da declaração e dúvidas que seguem no caminho
O Imposto de Renda 2026 já começa a aparecer no radar do contribuinte, mesmo antes da divulgação oficial do prazo e das regras. Algumas mudanças já estão desenhadas, outras ainda geram expectativa, e no meio disso seguem dúvidas antigas que se repetem ano após ano.
Para entender o que já pode ser observado desde agora, é importante saber que a isenção não é dispensa de declarar. Mesmo sem pagar imposto, o contribuinte pode ter obrigação de entregar a declaração. Além disso, a declaração pré-preenchida não faz tudo, e alguns dados exigem conferência manual.
Pontos de atenção para o Imposto de Renda 2026
- Isenção não é dispensa de declarar: mesmo sem pagar imposto, o contribuinte pode ter obrigação de entregar a declaração.
- A declaração pré-preenchida não faz tudo: alguns dados exigem conferência manual.
- Rendas fora do salário: algumas entradas de caixa são esquecidas com frequência.
- Cruzamento automático de dados: a Receita compara números, sem margem para “ajustes”.
- Organização antecipada: separar documentos desde já reduz erro e estresse depois.
A ampliação da faixa de isenção é a principal novidade do Imposto de Renda. Quem recebe até R$ 5.000 por mês se torna isento, enquanto rendas um pouco acima desse valor entram em um modelo de transição, com redução gradual do tributo.
É importante lembrar que essas regras não se aplicam à declaração do IR 2026; elas valem para rendimentos deste ano e só entram no ajuste realizado em 2027.
Para evitar erros e problemas, é fundamental organizar a documentação com antecedência. Informes de rendimentos, comprovantes de despesas dedutíveis, documentos de compra e venda de bens e dados de dependentes já podem ser reunidos desde agora.
Centralizar a documentação e revisar o inventário de bens e direitos é a melhor defesa contra a malha fina, especialmente para quem quer usar a declaração pré-preenchida.
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