Por que este bilionário passa 3 horas por dia ouvindo podcasts e audiolivros
Se você quer pensar como um bilionário, talvez seja melhor parar de rolar o feed do TikTok e pegar um livro. Para o investidor de venture capital Marc Andreessen, isso não é apenas um hábito — é a forma como ele dá sentido ao mundo — e isso remodela continuamente seu modo de pensar sobre negócios.
Andreessen costumava reservar duas horas de leitura na maioria dos dias úteis, de acordo com uma versão detalhada de sua agenda semanal publicada em 2020. No entanto, com o mundo dos negócios cada vez mais pressionado, ele aumentou a ingestão de conhecimento — algo viabilizado pelo “maior salto tecnológico isolado” de sua vida: os AirPods.
Andreessen agora passa de duas a três horas por dia grudado em audiolivros — geralmente alternando entre história, biografia e materiais de novas áreas de interesse, como inteligência artificial. No conjunto, essa prática equivale a quase um dia inteiro de 24 horas dedicado ao aprendizado a cada semana.
Benefícios da leitura
Pesquisas sugerem que os ouvintes retêm aproximadamente a mesma quantidade de informação em audiolivros quanto na leitura de texto, o que torna a mudança de formato de Andreessen menos um prejuízo e mais uma otimização.
Outros bilionários, como Mark Cuban e Bill Gates, também concordam que a leitura leva ao sucesso. A leitura aparece como o comportamento mais frequentemente citado associado ao sucesso de longo prazo, segundo um relatório do JPMorgan que pesquisou mais de 100 bilionários com patrimônio líquido combinado superior a US$ 500 bilhões.
- Bill Gates costuma terminar 50 livros por ano e divulgar listas anuais para incentivar outras pessoas a fazerem o mesmo.
- Mark Cuban citou a leitura como um hábito fundamental que o ajudou a se diferenciar — e a colocá-lo no caminho para se tornar bilionário.
- A leitura, de modo geral, continua sendo um pilar do pensamento refinado e da comunicação — habilidades cada vez mais críticas para líderes empresariais.
A leitura, de modo geral, continua sendo um pilar do pensamento refinado e da comunicação — habilidades cada vez mais críticas para líderes empresariais, segundo Brooke Vuckovic, professora da Kellogg School of Management da Northwestern.
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