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Investigação do Assassinato de Ruy Ferraz Fontes Avança

O assassinato do ex-delegado geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, foi planejado em um bar em Mongaguá, no litoral de São Paulo, de acordo com as investigações do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). As autoridades revelaram que Ruy Ferraz Fontes vinha sendo monitorado mais de perto por membros do Primeiro Comando da Capital (PCC) três meses antes de ser executado.

A delegada Ivalda Aleixo, chefe do DHPP, afirmou que “o doutor Ruy (Ferraz Fontes) passou a ser monitorado mais de perto pelo menos a partir de junho”. As investigações apontam que a execução de Ruy Ferraz Fontes foi motivada por sua atuação contra a facção criminosa ao longo das últimas duas décadas.

Prisões e Investigação

Três suspeitos de envolvimento no crime foram presos, incluindo Fernando Alberto Ribeiro Teixeira, o Azul, um dos líderes do PCC. Além dele, foram presos Marcio Serapião de Oliveira, o Velhote, e Manoel Alberto Ribeiro Teixeira, o Manezinho. A polícia chegou aos suspeitos por meio de impressões digitais, dados extraídos de aparelhos eletrônicos, movimentações financeiras suspeitas e denúncias anônimas.

As investigações seguem para localizar outros dois alvos da operação e para definir a motivação do crime. A Polícia Civil acredita que a execução se deu por conta de investigações conduzidas pelo ex-delegado geral ao longo das últimas duas décadas.

Motivação do Crime

A motivação do crime ainda não está completamente esclarecida, mas acredita-se que a execução de Ruy Ferraz Fontes foi uma vingança da facção criminosa. Ele foi um dos principais nomes no combate ao PCC no País e chefiou a Polícia Civil paulista entre 2019 e 2022.

Os especialistas acreditam que a execução de Ruy Ferraz Fontes e do delator Antonio Vinicius Gritzbach mostram uma vontade da facção de mostrar força com ações violentas nas ruas.

  • Ruy Ferraz Fontes foi morto a tiros em setembro em Praia Grande.
  • Ele foi baleado por uma quadrilha que perseguiu seu carro logo após que a vítima deixou o trabalho.
  • A Polícia Civil acredita que a execução se deu por conta de investigações conduzidas pelo ex-delegado geral ao longo das últimas duas décadas.

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