Copa do Mundo 2026: Impacto no Varejo
A Copa do Mundo de Futebol de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México, já está na agenda dos brasileiros e das empresas de varejo. Um estudo do Santander Brasil busca identificar quem serão os principais beneficiários e perdedores do varejo durante o evento.
De acordo com o estudo, os principais beneficiários serão o Grupo SBF, dono da Centauro, e o Mercado Livre, devido à forte demanda por camisas da Seleção e outros itens relacionados ao futebol. Além disso, as vendas de eletrônicos e bens duráveis, como televisões e eletrodomésticos, também devem aumentar antes e durante o período do torneio, beneficiando empresas como Casas Bahia e Magazine Luiza.
Perdedores do Varejo
No entanto, o impacto da Copa do Mundo deve ser negativo para o varejo em geral, especialmente para o setor de moda. As redes varejistas de roupas, como Renner, C&A e Guararapes, devem ser as mais impactadas negativamente devido à redução do fluxo de clientes nas lojas nos dias de jogos.
Outras empresas que podem ter um impacto negativo limitado incluem Vivara, RD Saúde e Pague Menos, que podem ser compensadas com a venda de produtos farmacêuticos não essenciais. Já os varejistas Assaí, Grupo Mateus e Pão de Açúcar devem ter um impacto negativo mais limitado devido à demanda específica por produtos para churrasco, bebidas alcoólicas e salgadinhos.
Conclusão
Em resumo, a Copa do Mundo de 2026 deve ter um impacto significativo no varejo, com alguns setores se beneficiando da demanda por produtos relacionados ao futebol e outros sendo afetados negativamente devido à redução do fluxo de clientes. É importante que as empresas de varejo estejam preparadas para esses desafios e oportunidades.
- Principais beneficiários: Grupo SBF, Mercado Livre, Casas Bahia e Magazine Luiza
- Perdedores do varejo: Renner, C&A, Guararapes e outras redes varejistas de roupas
- Empresas com impacto negativo limitado: Vivara, RD Saúde, Pague Menos, Assaí, Grupo Mateus e Pão de Açúcar
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