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Inflação nos EUA: O que Esperar?

A inflação nos EUA pode experimentar um aumento modesto no final de 2025, de acordo com as pressões sobre os preços que estão diminuindo gradualmente. O núcleo do índice de preços ao consumidor, considerado uma medida da inflação subjacente, deve subir 2,7% em dezembro em relação ao ano anterior.

Os economistas preveem aumentos de 0,3% tanto nos preços gerais quanto nos preços básicos. No entanto, o relatório de novembro foi distorcido pela incapacidade da agência de coletar a maioria dos preços em outubro, bem como pela suposição de que os principais índices de aluguel permaneceram essencialmente inalterados durante o mês.

A ausência de dados conclusivos sobre a inflação, bem como sinais de que o mercado de trabalho dos EUA está se estabilizando, ajudam a explicar por que se espera que as autoridades do Federal Reserve mantenham as taxas de juros inalteradas no curto prazo. O presidente do Fed de Nova York, John Williams, inicia uma agenda movimentada de aparições de banqueiros centrais dos EUA.

Outros relatórios a serem divulgados na próxima semana incluem as vendas de casas novas em outubro, o índice de preços ao produtor em novembro e a produção industrial e as revendas de imóveis residenciais em dezembro. Além disso, o consumo no quarto trimestre demonstra resiliência, com dados governamentais previstos para quarta-feira que devem mostrar mais um sólido avanço nas vendas a varejo.

Na Ásia, o calendário de dados fornecerá novas pistas sobre como a dinâmica do crescimento e da inflação está evoluindo, com divulgações importantes da China, Japão e Austrália. Já na Europa, a Alemanha será o centro das atenções com a primeira estimativa estatística de crescimento anual para qualquer país do G7.

Os dados de produção industrial de novembro, divulgados na quinta-feira, oferecerão uma ideia da força do crescimento em toda a região. Além disso, a França, Espanha e Itália divulgarão seus números finais de inflação no final da semana, contribuindo para uma avaliação mais completa da inflação na zona do euro.

No Reino Unido, os dados mensais do PIB podem mostrar uma retomada do crescimento em novembro, após uma contração inesperada no início do trimestre. Já na América Latina, a semana começa com a divulgação dos balanços dos bancos centrais do Brasil e do Chile.

Em resumo, a inflação nos EUA deve acelerar após um novembro conturbado, com o núcleo do índice de preços ao consumidor subindo 2,7% em dezembro. Além disso, os dados de consumo e produção industrial devem mostrar resiliência, enquanto os bancos centrais de vários países, incluindo o banco central dos EUA, devem manter as taxas de juros inalteradas no curto prazo.

  • Inflação nos EUA: 2,7% em dezembro
  • Consumo no quarto trimestre: resiliência
  • Produção industrial: dados a serem divulgados
  • Bancos centrais: manutenção das taxas de juros

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