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Pré-candidatos à Presidência do Brasil Reagem à Captura de Maduro

A captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro na madrugada de sábado, 3, gerou reações imediatas entre os pré-candidatos à presidência do Brasil. A operação americana que levou à captura de Maduro é vista por muitos como uma “libertação” do povo venezuelano, que sofre sob o regime autoritário de Maduro há mais de 20 anos.

Os pré-candidatos de oposição, como Ronaldo Caiado, Romeu Zema, Flávio Bolsonaro e Ratinho Júnior, celebraram a captura de Maduro, considerando-a um passo importante para a restauração da democracia e da liberdade na Venezuela. Já o presidente do Brasil e pré-candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, condenou a ação americana, afirmando que ela ultrapassou “uma linha inaceitável” e ameaça a preservação da América Latina como “zona de paz”.

Declarações dos Pré-candidatos

  • Flávio Bolsonaro: Celebrou a captura de Maduro, considerando-a uma “libertação” do regime ditatorial. Ele destacou que a Venezuela se tornou um exemplo extremo de como um regime autoritário pode destruir uma nação.
  • Ronaldo Caiado: Parabenizou a captura de Maduro, esperando que ela marque o início de uma nova era de liberdade e democracia na Venezuela.
  • Ratinho Júnior: Afirmou que o povo venezuelano estava sendo oprimido há décadas por tiranos antidemocráticos e que a captura de Maduro é um passo importante para a libertação do país.
  • Romeu Zema: Desejou que a captura de Maduro abra novos caminhos para o povo venezuelano, permitindo que ele encontre paz, estabilidade e desenvolvimento.
  • Eduardo Leite: Criticou o regime de Maduro, mas também condenou a intervenção americana, considerando-a “inaceitável” e defendendo a resolução de conflitos por meio do diálogo e do respeito à soberania das nações.

A captura de Maduro e as reações dos pré-candidatos à presidência do Brasil refletem a complexidade das relações internacionais e a importância de encontrar soluções pacíficas e respeitosas para os conflitos globais. A situação na Venezuela e as implicações da ação americana continuarão a ser um tema de debate e discussão nos próximos dias.

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