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Bolsa supera os 162 mil pontos com dados de desaceleração da economia

Resumo da Semana Financeira

A última semana completa de funcionamento em 2025 foi marcada por um dia dividido no mercado financeiro. A bolsa brasileira teve uma forte alta após a divulgação de dados de desaceleração econômica, enquanto o dólar subiu devido a fatores internos e externos.

O índice Ibovespa, da B3, encerrou a segunda-feira (19) aos 162.482 pontos, com uma alta de 1,07%. Essa alta permitiu que o indicador recuperasse metade das perdas desde o início do mês. A bolsa brasileira havia batido um recorde no último dia 4, quando chegou aos 164.485 pontos, mas caiu 4,31% no dia seguinte após o anúncio da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República em 2026.

Fatores que Influenciaram a Bolsa e o Dólar

A principal razão para a alta da bolsa foi a divulgação do Banco Central de que a economia brasileira contraiu-se 0,2% em outubro, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). Essa desaceleração da economia aumenta as chances de o Comitê de Política Monetária (Copom) reduzir os juros na reunião de janeiro, o que pode incentivar a migração de investimentos em renda fixa para o mercado de ações.

Já a alta do dólar foi provocada por fatores internos, como o envio de remessas de lucros de filiais de empresas estrangeiras para o exterior, e externos, como a queda do petróleo no mercado internacional, que prejudicou moedas de países emergentes. O dólar comercial fechou a segunda vendido a R$ 5,423, com uma alta de R$ 0,012 (+0,23%).

Em resumo, a semana financeira foi marcada por uma alta na bolsa brasileira devido à desaceleração da economia e uma alta no dólar devido a fatores internos e externos. Esses movimentos refletem a complexidade do mercado financeiro e a importância de considerar múltiplos fatores ao tomar decisões de investimento.

  • A bolsa brasileira teve uma alta de 1,07% na segunda-feira (19), fechando aos 162.482 pontos.
  • A desaceleração da economia brasileira em outubro aumenta as chances de redução dos juros pelo Copom.
  • O dólar subiu devido ao envio de remessas de lucros de filiais de empresas estrangeiras e à queda do petróleo no mercado internacional.

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