5 Razões que Deixam o JPMorgan Otimista com a Bolsa Brasileira
O JPMorgan está otimista com a Bolsa brasileira no começo do ano, citando cinco razões principais para essa visão positiva. Em primeiro lugar, o banco destaca que o Brasil está bem posicionado para se beneficiar do movimento global de alocação em mercados emergentes, com um cenário de retomada de fluxos para a classe de ativos.
As razões incluem:
- Fundos de ações na mira: Os fluxos para ações de emergentes já somam US$ 14,6 bilhões no início de 2026, cerca da metade de todo o volume registrado em 2025.
- Muito dinheiro na mesa: A posição de fundos globais em emergentes ainda é baixa, com apenas 5,3% dos ativos globais em ações alocados em mandatos de emergentes.
- Queda da Selic não é se, é quando: O JPMorgan projeta um ciclo de afrouxamento monetário de cerca de 350 pontos-base em 2026, o que historicamente funcionou como impulso relevante para o mercado acionário.
- Eleições como ‘fator de opcionalidade’: O cenário eleitoral deve gerar volatilidade, especialmente a partir do segundo trimestre, mas também cria o que o banco chama de “opcionalidade eleitoral”, capaz de destravar movimentos relevantes nos preços dos ativos.
- Valuation atrativo e baixa participação local: As ações brasileiras seguem subalocadas nos portfólios locais e os valuations ainda são considerados atrativos, reforçando o argumento de assimetria favorável em um contexto de melhora de fluxos e condições financeiras.
Além disso, o JPMorgan destaca que o banco central tem um papel importante na regulação da economia e que a sua atuação pode influenciar o mercado acionário. Com essas razões, o JPMorgan acredita que o Brasil está bem posicionado para capturar parte do fluxo global para emergentes neste ano.
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