Um Pikachu Maligno que Dá Choque de Verdade
O youtuber Electo chamou a atenção das redes sociais ao publicar um vídeo em que constrói um boneco do Pikachu que pode dar choques elétricos reais. O projeto mistura eletrônica improvisada com humor e uma usabilidade inusitada, demonstrando como a criatividade e a tecnologia podem se unir de maneira inovadora.
No vídeo, o influenciador começa apresentando o boneco tradicional do Pokémon e demonstra como instalou componentes elétricos e uma pequena unidade de descarga controlada dentro do seu corpo. Foram utilizados materiais como fontes de energia compactas, fios, sensores sensíveis ao toque e mecanismos que disparam a descarga elétrica quando ativados pelo contato.
Um Projeto Criativo e Divertido
O “Pikachu maligno” não apenas surpreende pela criatividade e execução, mas também pelo seu “propósito”. No vídeo, o boneco é utilizado para uma finalidade curiosa: perseguir intrusos. Em uma dramatização levemente exagerada, o Pikachu pode ser visto circulando o cômodo, tentando eletrocutar um invasor.
O próprio Electo afirma que é bem difícil controlar os movimentos do boneco, tanto via controle remoto quanto por sensores, o que acaba limitando bastante sua usabilidade. Pensando nisso, ele instalou alguns upgrades, como um disparador de projéteis das suas bochechas vermelhas.
Reações e Debates
O vídeo acabou se tornando um dos mais comentados em comunidades de fãs de tecnologia, com debates sobre criatividade, eletrônica DIY (faça você mesmo) e, claro, as implicações de brincar com eletricidade em projetos caseiros. Enquanto muitos elogiam a originalidade, outros ressaltam a necessidade de cuidado e responsabilidade quando se trabalha com algo do tipo.
Algumas das principais considerações incluem:
- A importância da segurança ao trabalhar com eletricidade
- A criatividade e a originalidade do projeto
- A possibilidade de melhorar a usabilidade do boneco com tecnologias mais avançadas
No fim, a ideia de ter um Pikachu eletrônico como segurança da casa acabou se provando absurda e pouco eficiente – mas, com um pouco de esforço e tecnologias mais avançadas, não seria um projeto impossível de se tirar do papel.
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