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Você sabia? Jorge Aragão teve o primeiro iPhone do Brasil

Jorge Aragão: O Primeiro Brasileiro a Ter um iPhone

O cantor Jorge Aragão foi o primeiro brasileiro a adquirir um iPhone, em 2007. Na época, o aparelho não funcionava plenamente no país, sem suporte a chip local ou chamadas de voz. Ainda assim, o sambista já demonstrava interesse por inovações tecnológicas e buscava ter acesso antecipado a produtos que só se popularizariam anos depois no mercado brasileiro.

A história foi confirmada pelo próprio artista em entrevista concedida ao UOL, em 2020. Jorge Aragão relatou o espanto de pessoas próximas diante da compra de um telefone que não funcionava como celular no Brasil. “O primeiro iPhone que chegou no Brasil fui eu que consegui. As pessoas mais próximas me falaram: ‘Tá maluco? Como vai comprar um telefone que não liga para ninguém?'”, disse o cantor e compositor.

O Episódio com o Jornalista Beto Largman

O episódio também foi registrado pelo jornalista de tecnologia Beto Largman, em reportagem publicada n’O Globo, em 2007. No texto, Largman descreveu o cantor como “um dos maiores geeks” e relatou que o próprio artista ofereceu o aparelho, ainda inédito no país, para testes.

Além do iPhone, Jorge Aragão apresentou outros dispositivos pouco comuns à época, como um smartphone HTC TyTN, um Motorola Nextel e um minicomputador Sony Vaio UX. No breve review publicado pelo jornalista, a avaliação destacou tanto avanços quanto limitações do aparelho.

A Relação de Jorge Aragão com a Tecnologia

A relação de Jorge Aragão com a tecnologia não se limita aos smartphones. Ao longo dos anos, o sambista também passou a demonstrar interesse por games e por carros elétricos equipados com recursos avançados.

  • Ele já publicou conteúdos jogando videogames e testando funcionalidades tecnológicas de um automóvel elétrico do qual é garoto-propaganda.
  • O cantor mantém um quadro em que oferece caronas a outros sambistas a bordo do veículo.
  • Nas redes sociais, o artista também já comentou sua visão sobre o papel da tecnologia na música, sem demonstrar receio em relação às transformações digitais.

Em um vídeo que reúne diferentes versões do cantor criadas por inteligência artificial, ele defendeu o uso consciente dessas ferramentas no processo criativo. “Tecnologia não é nada sem um ser humano. Ela é como cavaquinho e o pandeiro. É ferramenta, ajuda a dar o ritmo, mas quem bota a alma é a gente”, disse.

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